# Não julgue o livro pela capa... #
Muitas vezes, em nossas vidas, julgamos as pessoas pela aparência. Não, não falo apenas da questão financeira, mas do que "avaliamos” em “feio e bonito”. De vez em quando, acabamos perdendo a oportunidade de conhecer uma pessoa interessantíssima pelo fato dela ser magra ou gorda, alta ou baixa, estranha ou por parecer com o ‘Frankenstein’.Conheci muita gente em minha vida e pude notar a diferença entre elas. Tantas pessoas com um rostinho bonito e com a mente vazia... Que interessante tem conviver com uma pessoa assim? Isso é, literalmente, uma propaganda enganosa: a pessoa “vende um produto” muito atrativo e de repente o conteúdo não vale nem ‘menos um’ centavo. Infelizmente, isso ocorre porque as pessoas estão muito mais preocupadas com a “embalagem”, escolhem “ser por fora” do que “ser por dentro”. Por que não juntar o útil ao agradável?
Dias atrás, conversei com indivíduos que não se esforçavam para falar de coisas, no mínimo, com nexo. Incrível como tem um bando deles que pensam igualmente, agem igualmente, fazem as mesmas besteiras e acham que estão arrasando, mas no fundo não passam de ‘idiotas’. Corpinho bonito só enche os olhos à primeira vista e só. O importante mesmo são as ideias, a personalidade, os princípios, as atitudes... É através disso tudo que a gente se encanta verdadeiramente. É preciso que as pessoas despertem o interesse de cultivar a verdadeira beleza que existem nelas e que aprendam, com rapidez, que beleza não se põe em mesa.
“Mundo velhoE decadente mundoAinda não aprendeuA admirar a belezaA verdadeira belezaA beleza que põe mesaE que deita na camaA beleza de quem comeA beleza de quem amaA beleza do erroPuro do enganoDa imperfeição...”
Ouvindo: Banda Eva – Encontro Marcado




